quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Panfleto: "Por uma integração saudável"

Aqui está o panfleto que o MISTA decidiu fazer neste novo início de ano e que tem distribuído durante a semana em que os novos e as novas estudantes do IST se inscrevem.

Este tem como objectivo principal informar sobre alguns factos relativos a praxe e/ou integração, de forma a que a participação ou não, nela, seja decidida de forma informada e consciente.

Tem também como objectivo desejar as boas vindas à nossa faculdade.

Já agora, a todos e a todas que vieram aqui ter via o panfleto (e não só) desejamos muito boas vindas. Àqueles e àquelas que já estavam no IST, um bom recomeço de mais um ano lectivo.

Beijinhos e Abraços
MISTA

15 comentários:

CPMEC disse...

Comunicado publicado pela Comissão de Praxe do Mestrado em Engenharia Civil no seu sítio oficial (www.cpmec2007.pt.vu):

"Na segunda-feira, dia das inscrições, três activistas do MISTA (Movimento IST Alternativo) interromperam as actividades de praxe para distribuir um folheto com o título "A Praxe Não é Obrigatória" aos alunos recém-chegados. O folheto, constituído por 9 pontos, tem o objectivo claro de questionar os objectivos desta Comissão de Praxe e da Tradição Académica em geral, pelo que a direcção se sente no dever de esclarecer os caloiros, replicando cada um dos pontos do folheto. Já agora, a CPMEC aproveita para agradecer a preocupação do MISTA em relação ao bem-estar dos novos estudantes, esperando apenas que a sua acção se estenda a outros campos sem dúvida mais importantes que este.

1 – A praxe não é um demónio mas pode ser conduzida de uma maneira incorrecta.
Num Curso como este, com imensos caloiros e ainda mais veteranos, torna-se por vezes difícil coordenar a recepção aos novos alunos. E é justamente para que as praxes decorram na maior normalidade possível que existe uma Comissão organizada, eleita anualmente por todos os veteranos. A praxe tem como objectivos principais receber condignamente os alunos recém-chegados, integrando-os no Curso e na Instituição e incutindo as regras básicas do bom comportamento e da tradição académica. Como tal, a praxe não deve ter qualquer propósito violento ou humilhante, tendo o caloiro o direito (e o dever) de denunciar qualquer abuso de que tenha sido vítima. No fundo, a praxe é um período de festa em que o aluno recém-chegado, para além de se divertir, tem hipótese de conhecer os novos colegas e aprender com a experiência dos alunos mais velhos.

2 – Podes escolher se queres participar na praxe ou não. Podes também escolher as iniciativas às quais queres ir e quando queres sair.
O aluno pode recusar participar nas praxes declarando-se "anti-praxe". Fica desde logo impedido de participar, assistir ou colaborar em qualquer actividade que tenha a ver com praxe durante todo o tempo em que seja aluno do IST. Para além disso, a recusa da praxe é um enorme desrespeito para com todos os alunos que abdicam do seu tempo livre planeando e realizando actividades para que os recém-chegados sejam integrados da melhor maneira.

3 – A “comissão”, o “tribunal” e o “código” de praxe não têm, como é óbvio, qualquer valor legal nem podem representar qualquer tipo de autoridade.
A comissão de MEC é eleita anualmente por todos os veteranos do curso. O código, cujo acesso é público através da Internet, rege o funcionamento e a acção da Comissão. Basta uma rápida leitura do documento para compreender que a Comissão nem é uma organização retrógrada nem tem quaisquer objectivos ofensivos.

4 – Se não quiseres participar basta dizeres não. Não precisas de mais nada, apenas uma palavra.
Nunca, em toda a história da Comissão, houve registo de casos de alunos coagidos ou forçados a participar em qualquer actividade de praxe contra a sua própria vontade. Todos os alunos que não quiseram participar foram livres de o fazer. O que não quer dizer que não se tenham depois arrependido…

5 – Há quem questione se a tradição académica é uma tradição no IST.
A Tradição Académica enquadra-se na perspectiva de que a universidade não deve ser apenas um simples local de estudo e avaliações. O papel de estudante deve ir mais além da simples aquisição de competências, deve ter uma componente adicional que o torne herdeiro de uma longa e valiosa linhagem de hábitos e rituais e que o integre verdadeiramente no curso e no ambiente universitário. Questionar a tradição académica é questionar o próprio estatuto de estudante, é querer reduzi-lo à impessoalidade de um mero número. A tradição académica deve por isso ser indiscutivelmente uma tradição em qualquer faculdade.

6 – Se não quiseres a praxe há maneiras alternativas de te integrares no IST: mentorado, secções autónomas, MISTA, núcleos de curso, etc.
Neste caso não se tratam de maneiras alternativas de integração no IST, mas sim complementares. Não é por acaso que, ao longo dos anos, quer a título individual como mesmo a nível oficial, tanto o projecto mentorado como os núcleos de curso têm trabalhado de perto com as diversas comissões de praxe.

7 – Todos os anos imensos alunos decidem não participar e integram-se igualmente.
... Tal como todos anos imensos alunos decidem participar nas praxes e não se arrependem. Antes pelo contrário, guardam desses dias grandes e numerosas recordações. Por outro lado, é habitual encontrar alunos que decidem não participar nas praxes e depois se arrependem…

8 – Leva o tempo que precisares para decidir se participas ou não na praxe, mas toma uma decisão consciente.
É ridículo comparar a praxe a uma gravidez indesejada. E não é justo desprezar o trabalho e sacrifício de centenas de alunos que abdicam do seu tempo livre para se dedicarem ao planeamento e organização das praxes. A verdade é que a praxe, quando bem executada, é a forma mais rápida e divertida de um estudante se adaptar à nova realidade universitária.
A má imagem da praxe, resultado da exploração de incidentes individuais pela imprensa sensacionalista, é apenas uma arma de arremesso usada por grupúsculos sem qualquer expressão, em busca de visibilidade e dividendos políticos pouco claros.

9 – E por último, bem-vindo ao IST!
Finalmente, um ponto que não deixa quaisquer dúvidas: bem-vindo ao IST!"

Lourenz disse...

Concordo com tudo e acho que o resto do pessoal do MISTA também, excepto:


Ponto 5- O papel do estudante tem de ir além da mera aquisição de competências o que em nada implica que se deva perpetuar uma série de hábitos e rituais porque fazem parte da "tradição". Nunca achei piada à cena das capas e dos trajes e da hierarquização do pessoal por estar no ano tal ou fazer parte das tunas há mais tempo. Tal como com as praxes, quem gosta dessa parte da história dos estudantes tudo bem, quem acha que isso não tem a ver com ele, que é são coisas que se faziam e haviam de fazer sentido noutros tempos mas que hoje em dia é um bocado ridículo, não vai por aí e pronto. A ideia é que questionar essa tradição não é de todo questionar o estatuto de estudante, é mais até fazer uso dele: devemos aliás questionar tudo (nem que seja para chegar à conclusão que as coisas devem mesmo ser assim) e em particular questionar todas as tradição sempre, porque a justificação "deve-se fazer isto porque sempre se fez" é muitas vezes insuficiente.

8- Aqui não estou em desacordo com o ponto em si; de facto a decisão de tomar ou não parte das praxes não é uma decisão assim tão importante que alguém deva reflectir mais que uns minutos -> ou apetece, ou não apetece. Mas isso porque estamos a falar do Técnico, em que sinceramente as praxes são um exemplo a seguir. São inofensivas, festivas, são mesmo positivas porque ajudam a integrar o pessoal mais rapidamente do que aconteceria se entrar no técnico significasse imediatamente só aulas e filas de inscrições. Devo lembrar contudo que há "incidentes individuais" que dão de facto mau nome à praxe, porque há mesmo sítios em que a praxe é uma coisa filha da puta. Há sítios em que efectivamente se humilha o pessoal que acaba de chegar à faculdade, os caloiros são chamados de bichos e muitas vezes tratados como bichos, os tribunais de praxe existem e têm poder real, punindo-se aqueles que não cumprem as regras do jogo - obedecer aos gajos que entraram na faculdade antes deles. Há sítios em que o pessoal simplesmente abusa. Pá não me venham dizer que rapar o cabelo ou os pintelhos a alguém vai ajudar à sua integração na vida académica. Mas faz parte da tradição numas quantas faculdades! E o "incidente individual" de rasgarem o escroto a um gajo, peço desculpa mas não é um incidente, é o resultado inevitável da aplicação da praxe como entretenimento de otários que dizem defender a preservação da tradição académica. Concordamos, há campos em que a intervenção do MISTA pode ser muito mais útil, mas acho bom que se assegure que este tipo de espírito não é o nosso espírito quando falamos das praxes. E organizações como o MATA devem focar-se em actuar em Coimbra, Évora ou nas faculdades de Lisboa mais agressivas nesse aspecto como por exemplo o ISA (pelo menos há uns anos). Acho que deixei o meu ponto claro: há tradições que são estúpidas e perniciosas e essas devem claramente ser erradicadas. Quando o aluno que está há mais anos numa faculdade porque não faz um caralho ou é pura e simplesmente burro goza de um estatuto visto como positivo, é sinal de que o "estatuto do estudante" universitário está a ser muito mal interpretado.

Ponnette disse...

Eu acho a praxe uma coisa ridícula, mas acima de tudo reveladora de uma sociedade hierarquizada e regida pelas relações de manda-obedece. É também sinal de conformismo, porque é a coisa mais fácil de aceitar e os jogos que se costumam fazer... são bastante parvos e imediatos (basicamente é gozar à volta do tema do sexo com inúmeras variantes - parece que as pessoas, apesar da idade que já têm, ainda não são suficiente maduras para acharem que a sexualidade é uma cena fixe e saudável. Só tenho medo que nunca venham a perceber isso na sua vida...).
Acho que a praxe não é minimamente necessária para uma pessoa andar na escola. Não fui praxada em nenhuma escola em que tenha andado, começando pela escola primária e acabando na faculdade, e sempre tive imensos amigos e organizei montes de actividades! E também sempre me diverti e bebi copos e jantei com os meus colegas.
É óbvio que cada um pode decidir se quer ou não ser praxado e, agora respondendo ao «esclarecimento» da comissão de praxes, é óbvio que não é preciso uma pessoa declarar-se «anti-praxe» para não ser praxado! E se não se declarar «anti-praxe»? Vai preso? Dâ! Claro que basta não ir! Não é preciso nenhum papel nem nenhum certificado. A praxe é uma coisa inventada. Acho muito bem que o Mista esclareça que a praxe não é nenhuma lei.
Também fui ao debate sobre a recepção ao novo aluno, organizado pelo Mista o ano passado e achei incrível que a comissão de praxes não tivesse aparecido. Então não se interessam por esse tema? Não gostam de discutir e trocar ideias? Só querem mesmo pintar caras e fazer cerimónias?
Por fim, queria deixar a minha opinião sobre o tom do discurso da comissão de praxes neste esclarecimento: é que parece que estão a falar de uma monarquia, em que os estudantes universitários são a côrte. Se não fosse tristemente revelador de um tipo de pensamento horrível sobre o mundo, até dava para rir!

Mista disse...

O MISTA - Movimento IST Alternativo lamenta que a CPMEC não tenha compreendido nem a sua acção nem as suas motivações. O MISTA não é nem um movimento anti-praxe, nem um movimento pela praxe. O objectivo do panfleto é informar os novos alunos e as novas alunas sobre a não obrigatoriedade da praxe, sobre a existência de alternativas de integração e sobre alguns mitos que, infelizmente, existem em seu torno.

Durante toda a semana elementos do MISTA estiveram a distribuir este panfleto e poderiam ter esclarecido a CPMEC sobre a posição do MISTA, evitando-se assim um comunicado que nos parece, pelo menos, precipitado. Quanto ao conteúdo deste, continuamos disponíveis para o discutir pessoalmente, mas talvez tivesse sido proveitoso que esta discussão tivesse sido feita no debate que o MISTA organizou, no ano passado, com o tema "Recepção aos alunos do 1º ano". Este debate teve ampla divulgação no IST e foram convidadas todas as Comissões de Praxe desta Escola. Infelizmente ninguém da CPMEC compareceu.

Beijinhos e Abraços
MISTA

ricas disse...

Eu não participei nas praxes e não me arrependi.

m disse...

Se vocês se deixassem de merdas e fossem todos estudar é que faziam bem.

Miguel C. Romão disse...

Marco, podias ser bem educado ao menos :P Até dás a imagem que és uma pessoa desagradável.

Não é que sejas grande pérola, mas não és assim.

Bjs para ti também

CPMEC disse...

A CPMEC reitera todo o conteúdo do comunicado (que aliás, se encontra disponível no sítio) e aproveita para anunciar a sua disponibilidade para qualquer debate a realizar. A ausência da CPMEC do anterior debate - tão falada e repetida - não se deveu à má vontade da Comissão, mas sim a puro desconhecimento do evento.

Já agora, a CPMEC aproveita para anunciar o sucesso das praxes deste ano. Um êxito que demonstra a utilidade da Comissão e que deixa a direcção ainda mais motivada. Às pessoas mais sensíveis, garantimos que nenhum caloiro foi molestado, agredido, coagido ou estropiado de qualquer forma. As fotografias estão no sítio da CPMEC e não deixam margem para dúvidas. Contrariando as esperanças de alguns, os novos alunos de Civil gostaram da Praxe!

ze disse...

caros estudantes do técnico. até há poucos anos não se via ninguém do técnico de traje. perguntem a quem quiserem, nunca houve essa tradição, aliás nunca houve praticamente em toda a academia em lisboa. essa coisa apareceu com as privadas que precisaram inventar alguma forma de legitimaçao social dos meninos e foram copiar coimbra...
continuando, esse arrozoado que vocês designam como tradição académica no tecnico é puro folclore. nunca houve esse tipo de tradição académica no técnico. houve outras, bem mais nobres e dignas, perguntem ao guterres, ao carlos pimenta, ao mariano gago, sobretudo ao joão cravinho, todos eles dirigentes da aeist. enfim... o técnico já foi especial, está a ficar assim como que... uma merda igual às outras! parabéns pela recém-inventada tradição! copiar a rasquice alheia é fácil!
cordialmente na medida do possível.

Lourenz disse...

Ora ainda bem que gostaram. E também fico contente de saber que não molestaram nem estropiaram ninguém. Que nenhum caloiro tenha sido agredido já não me deixa tão satisfeito.
O debate volto a achar bem, até porque tenho curiosidade de saber quantos oiros é que se ganham à pala dos caloiros nos dias que correm. Quanto é que eles valem agora? Sim, porque isto a inflação e as propinas hão-de se fazer sentir, e afinal de contas não sei se um caloiro continua a ser um bom investimento - mesmo sendo um de longo prazo.

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Zé, afianço-te que da próxima vez que vir o Guterres ou o Cravinho lhes pergunto. Já estou curioso outra vez...

Ao Gago se o vir dou-lhe uma pêra

Lourenz disse...

Não sei a quem é que isto pode interessar mas não é impossível. Estive a saciar a minha curiosidade e encontrei isto na edição de Junho de 97 do diferencial (espeto o link no fim da cena)

[Diz Carlos Pimenta:]
<< Acho o Associativismo fundamental. Cada vez acredito mais na Sociedade Civil. As grandes mudanças são feitas pela Sociedade Civil. Um dos problemas que temos nos Países Latinos é a fraqueza da Sociedade Civil face ao Estado, em que o "regime da cunha", a gestão das influências são muito mais importantes que uma Sociedade Civil forte. Eu acho que as Associações de Estudantes, as Associações Profissionais, têm cada vez mais de se assumir como protagonistas do viver colectivo, com opiniões sobre as Leis, sobre a gestão do território, opiniões sobre a forma de viver. Ou seja, não se pode deixar aos Partidos Políticos ou ao Aparelho de Estado a responsabilidade de tudo decidirem. No momento em que vivemos, houve alterações que vão para além dos paradigmas antigos, da luta de classes, a posse dos meios de produção. Hoje os cortes civilizacionais são ao nível do conhecimento, do acesso ao conhecimento, do protagonismo. Umberto Eco divide a Sociedade actual entre aqueles que produzem informação, aqueles que a consomem duma forma inteligente e os que fazem zapping entre os vários canais. Hoje temos também os cortes éticos no campo da Genética da Biotecnologia. Temos os problemas da solidão. Os cortes geracionais entre os velhos e os novos, etc. Portanto estes cortes não são classificáveis entre direita e esquerda como eram no meu tempo, em que se discutia entre nacionalizar tudo ou se deixava alguma coisa de fora. Hoje tudo mudou, continuam a haver grandes injustiças e grandes desequilíbrios, sobretudo no acesso a uma vida realizada, a uma carreira, a uma profissão, ao desenvolvimento das potencialidades que cada um tem cá dentro e que são diferentes de indivíduo para indivíduo.
>>

---

Aparte os "problemas" da solidão não virem muito ao caso, parece-me uma coisa bastante bem dita.
Também gosto desta:

PERGUNTA: Mas havia uma componente cultural activa?

<< Sim, certa vez lembro-me de estarem a decorrer ao mesmo tempo três actividades da Associação. Uma sessão de cinema, uma sobre estágios e outra da Secção de Ambiente, estas tinham à volta de 700 a 800 alunos a participarem nelas. Começava a haver uma participação das pessoas em coisas que não fossem só a agitação ou só as aulas. Começa a ser um ponto de encontro onde acontecem coisas e lembro-me de estar felicíssimo nessa noite. >>

Aborda um tema interessante e importante e que diz aliás muito respeito ao MISTA, e acaba com uma pitada de surrealidade porque à primeira vista não se percebe de que noite é que o homem está a falar.

Vou prá cama que não tenho a vossa a vida.

(Tenho a minha e tenho sono)


*link -> http://diferencial.ist.utl.pt/edicao/21/pimenta.htm

so disse...

"caros estudantes do técnico. até há poucos anos não se via ninguém do técnico de traje. perguntem a quem quiserem, nunca houve essa tradição, aliás nunca houve praticamente em toda a academia em lisboa."

Não sei se tens noção (pelos vistos não) que toda a gente em Lisboa tem noção disso. E é precisamente por isso que todos nos empenhamos em trazer a tradição académica para Lisboa. Se tu julgas que isto é uma tradição "recém-inventada tradição", cópia da "rasquice alheia" e é a causa de o técnico ser "uma merda igual às outras", tenho pena de ti porque não percebes nada disto.

Num mundo como o nosso, é cada vez mais importante acabar com esses pensamentos elitistas de "nós eramos melhores que os outros, agora somos a mesma merda". Ainda por cima quando não admites os verdadeiros motivos!

Enfim, ainda bem que não gostas de tradições académicas e trajes e praxes porque é da maneira que tenho muito menos probabilidades de me cruzar contigo algures!
Brázia

Lourenz disse...

A propósito:

<< SALTA (saúde, alternativa e acção) convida-te para:

22 OUTUBRO, 2ªF

DEBATE SOBRE PRAXE

Com a participação de
- Sérgio Vitorino (jornalista)
- José Mário Branco (músico)
- Dux Veteranorum Faculdade Farmácia
- Membro do Tribunal de Praxe

16:30, Anf Jorge Horta


Chega de ideias fixas e frases feitas. É altura de debater ideias, discutir opiniões. Contamos contigo! >>

saltaconnosco@gmail.com
www.salta-fml.blogspot.com

CRAP BAG disse...

fazem entregas de sandes mistas ao domicílio?

Anónimo disse...

Obrigado por Blog intiresny